FOSFATIZAÇÃO

São recobrimentos com camadas inorgânicas não metálicas, que ocupam um papel muito importante entre os materiais, os quais ajudam a evitar a corrosão.

Este processo permite aplicação de camadas de fosfato sobre variados materiais metálicos como ferro, zinco, alumínio, cádmio e magnésio.

As camadas de fosfato podem, em certos casos, substituir deposições metálicas, sendo este tratamento mais simples e mais barato.

As peças tratadas praticamente não mudam suas propriedades magnéticas e não causam tensões. Tem uma grande resistência elétrica, oferece uma excelente preparação para pintura, evita corrosão, melhora a deformidade à frio e age como antifriccionante de peças móveis de ferro e aço.

Fosfato de Zinco

É o sistema mais amplamente usado, dada a versatilidade e confiabilidade. Com pintura, é o mais indicado para superfícies que deverão ficar expostas à intempéries. Pode ser utilizado também como condutor de óleos protetivos aumentando sua eficiência lubrificante para trefilagem ou estampagem e como camada de sacrifício. Em combinação com óleos desaguantes e protetivos, promove excelente proteção contra corrosão, chegando a 150 horas em névoa salina, com sua forma cristalina e amorfa o óleo fica retido por absorção entre os cristais, deixando a peça com um aspecto seco de cor cinza escuro.

Fosfato de Manganês

Forma camadas pesadas. É usado em pistões, câmaras fotográficas, instrumentos e ferramentas, rifles, máquinas de escrever, correntes, parafusos, porcas, anéis, engrenagens, etc. Por possuir cristais muito finos, mesmo sem oleação, produz alta resistência à corrosão. É um importante lubrificante para peças que sofrem atrito, diminuindo consideravelmente os desgastes mecânicos.